A tua família está escrita nos livros das freguesias.
O Linhagem lê os registos paroquiais e civis portugueses, de batismos a casamentos e óbitos, e reconstrói a tua árvore geração a geração. Cada ligação mostra o documento que a prova e o quanto temos a certeza dela.
Gratuito e em português. Ainda em construção: por agora só entra quem foi convidado.

Como funciona
Começas pelo que sabes. O resto está nos arquivos, à espera de ser lido. Lê como funciona em detalhe, de onde vêm os dados e como podes ajudar.
Dizes quem és
O teu nome, onde nasceste e os nomes dos teus pais. Se souberes os dos avós, melhor. Podes juntar documentos da família, como a cédula de um avô.
O Linhagem procura nos livros
Lemos os assentos manuscritos dos arquivos portugueses, encontramos as tuas pessoas e ligamos as gerações, uma a uma, com a prova de cada ligação.
Tu exploras e acrescentas
Segues os nomes de assento em assento, de freguesia em freguesia. Onde os livros se calam, acrescentas o que sabes ou o que a família conta.
Nada é dado como certo sem prova
Muitas árvores automáticas enganam-se porque apresentam suposições como factos. No Linhagem, cada ligação diz de onde vem e quanto vale.
Confirmado
Um documento liga diretamente as duas pessoas.
O assento de batismo de Maria da Glória nomeia o pai, João Rodrigues.
Provável
Várias pistas concordam, mas falta o documento direto.
Há um único António Mendes, pastor em Pinhel, com a idade certa.
Hipótese
Há mais do que um candidato. Mostramos todos, com as razões, e não apagamos nenhum.
Duas Marias batizadas na Raposa em 1846, filhas de dois irmãos.
Não encontrado
Ainda não há registo. Pode estar num livro por ler, ou podes saber tu.
Exposta na roda de Pinhel em 1852: os livros da roda não dizem os pais.
O que é teu fica contigo
Nos arquivos só se escreve a lápis. No Linhagem também: o que acrescentas fica a lápis, separado dos registos oficiais, e só tu o vês.
- Podes acrescentar o que tens a certeza ou só um palpite.
- Os documentos que carregas nunca são públicos.
- Se algo te parece errado, dizes-nos e revemos. Nada muda na tua árvore até lá.
- Partilhas a tua árvore só se quiseres, com quem quiseres. Pessoas vivas nunca aparecem a outros.
A minha avó dizia que a mãe dela se chamava Maria do Carmo.
De onde vem: memória da família
Estamos todos mais ligados do que parece
Recua mil anos e quase todos os europeus partilham os mesmos antepassados.
Durante séculos, as linhagens escritas em Portugal foram as da nobreza, como o Livro de Linhagens do Conde D. Pedro, do século XIV. As das outras famílias também ficaram escritas, mas espalhadas por milhares de livros de freguesia. O Linhagem quer juntá-las, de graça e em português, para que qualquer pessoa possa saber de onde vem e ver quem mais vem do mesmo sítio.
Estimativa de genética de populações: Ralph e Coop, PLOS Biology, 2013.
Começámos agora
O Linhagem começou a 5 de outubro de 2026, com uma família de Lisboa e os registos dos arquivos públicos portugueses. Por agora está aberto só a convidados, enquanto testamos a leitura dos manuscritos e a forma de ligar as pessoas.